(Foto de Ada, nos jardins da Secretaria de Agricultura – Zona Sul de Sampa)
“Meme é tudo o que se aprende por cópia a partir de uma outra pessoa. Desde coisas simples, como comer usando talheres, até ações mais complexas.Resumindo ao máximo, alguém faz, você vê, gosta e copia. Outras pessoas vão ver você fazendo, também gostarão e copiarão. Desta maneira, a evolução de um meme é quase sempre viral e exponencial. Memes são replicadores de comportamentos.”
No que diz respeito à sua funcionalidade, o meme é considerado uma unidade de evolução cultural que pode de alguma forma autopropagar-se. Os memes podem ser idéias ou partes de idéias, línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida enquanto unidade autônoma.
Quando usado num contexto coloquial e não especializado, o termo meme pode significar apenas a transmissão de informação de uma mente para outra. Este uso aproxima o termo da analogia da “linguagem como vírus”.
Falando em meme, hoje não resisti em falar de um telúrico e que parece existir no mundo todo: a flor-de-soprar. Em ingles, chama-se “Dandelion”, em portugues, “Dente-de-leão” ou “Taraxaco”. No folclore de Portugal: “Teu-pai-é-careca?” (uma brincadeira de criança), ou também “Amor-de-homem” (nossa, porque será, né?), “Amargosa”, “Alface-de-cão” ou “Salada-de-toupeira”. No nordeste (é bem perfil deste povo alegre e otimista) é conhecida por “Esperança” abre as janelas e deixa a “esperança” entrar na tua casa trazida pelo vento da tarde. Hoje, no meu passeio matinal com Caillou, fotografei esta, que depois soprei (impossível não soprar, ou não pensar em soprar) fazendo um pedido: sopra sim, sopra não, sopra sim, sopra não. Caillou adorou a brincadeira e até ele quis copiar e acabou comendo uma! Putz!
